Presidente da Assembleia, Erick Musso, participa da abertura de congresso médico jurídico

Presidente da Assembleia, Erick Musso, participa da abertura de congresso médico jurídico

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Erick Musso, prestigiou, na noite desta segunda-feira (16), a abertura do 7º Congresso Brasileiro Médico, Jurídico e da Saúde, que acontece em Vitória. O tema central do evento é “Os impactos da judicialização na gestão da saúde, municipal, federal e estadual”.

A saúde tem sido uma pauta recorrente do presidente do parlamento estadual. Ainda na segunda-feira, Musso defendeu, durante reunião da Comissão de Proteção à Criança e ao Adolescente e de Políticas sobre Drogas, que o Governo do Estado e outras entidades estaduais intensifiquem a fiscalização de hospitais do estado, para evitar colapsos, como o que está ocorrendo com o Hospital Infantil de Vitória.

Musso ressaltou que, independente de divergências político partidárias, o interesse público deve ser maior que questões ideológicas. “Temos que ampliar esse trabalho de fiscalização que foi iniciado no Hospital Infantil, para sabermos como está a situação dos hospitais do Estado. Não estou entrando na questão clínica, mas na parte estrutural, para que tragédias como as que aconteceram no Rio de janeiro não aconteçam no Espírito Santo (se referindo ao hospital particular que pegou fogo no Rio)”, ressaltou o presidente, que convidou o Governo do Estado para fazer parte desse trabalho de levantamento e fiscalização.

Ministro – O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, que também esteve na abertura do 7º Congresso Brasileiro Médico, Jurídico e da Saúde, palestrou sobre as políticas brasileiras de saúde, a assistência primária no município e a importância de reduzir custos com a judicialização. Segundo ele, todos os anos, no âmbito da União, gasta-se mais de R$ 1 bilhão para o cumprimento de decisões judiciais, com gasto anual médio de cerca de R$ 700 mil por paciente, considerando os dez medicamentos mais caros que representam mais de 90% desses custos. De 2009 e 2018, o Governo Federal gastou R$ 6 bilhões apenas no cumprimento de decisões judiciais.

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